Sessões 1–2: mapa do caso e psicoeducação
Objetivo: explicar o ciclo estresse/medo → corpo contrai → dor → mais medo.
Ferramentas: mapa das 8 caixas, diário da dor, identificação dos gatilhos: “quando me doei e não recebi”.
Sessões 3–4: Terapia dos Esquemas
Objetivo: identificar modos principais: mártir, forte, criança silenciada.
Perguntas: “Quem em você aprendeu a aguentar calada?” “O que acontecia quando você expressava dor?”
Meta: separar a mulher adulta da parte que acredita que precisa suportar tudo.
Sessões 5–6: IFS / trabalho com partes
Objetivo: dialogar com a parte que diz: “seja forte”.
Processo: agradecer a função protetora, descobrir medo central e acessar a criança que não pôde falar.
Meta: transformar “tenho que aguentar” em “posso me proteger com limites”.
Sessões 7–8: ACT — aceitação e desfusão da dor
Objetivo: ensinar a sentir dor/medo sem entrar em luta interna.
Técnicas: “eu noto que meu corpo está em alarme”, respiração com abertura, valores.
Meta: reduzir o segundo sofrimento: dor + medo da dor + raiva da dor.
Sessões 9–10: escrita terapêutica e expressão emocional
Objetivo: dar voz ao que foi engolido.
Exercícios:
“o que eu não pude dizer?”
“o que eu precisei suportar?”
“o que meu corpo fala pela bexiga?”
Meta: retirar do corpo a função de porta-voz emocional.
Sessões 11–12: treino de limites e reciprocidade
Objetivo: quebrar o padrão de doar-se até adoecer.
Treino: pedir, recusar, expressar incômodo, negociar.
Frase-base: “eu posso amar sem me abandonar”.
Meta: transformar limite em regulação corporal.
S1 — Fundação: Limpeza de Ruído e Assentamento do Campo
Objetivo: tirar “peso”, reduzir ruído e iniciar eixo (“minha energia é minha”).
S2 — Filtro de Ameaça (Caixa 02): “É seguro sentir e falar”
Objetivo: reduzir alarme falso que impede expressão e gera contração.
S3 — Loop (Caixa 03): Descarrego e Blindagem Antidrenagem
Objetivo: tirar “lenha” do loop (carga densa, intrusão, drenagem).
S4 — Contrato central: Autoanulação para ser amada
Objetivo: desativar o pacto “eu me entrego/engulo para manter amor”.
S5 — Limites energéticos: “Fronteira e Reciprocidade”
Objetivo: transformar o campo permeável em campo com fronteiras.
S6 — Identidade protetora (Caixa 05): “Forte/Mártir” (1 parte)
Objetivo: atualizar a parte que sustenta o silêncio (protege, mas adoece).
S7 — Vínculos 1: Drenagem e Cobrança (cordões)
Objetivo: reduzir drenagem que reforça entrega e adoecimento.
S8 — Vínculos 2: Dependência / Medo de Perder Amor (abandono)
Objetivo: desarmar o vínculo “se eu falar, eu perco”.
S9 — “Engolir o imperdoável”: culpa, dívida e autoacusação
Objetivo: liberar o nó “eu me doei e não fui acolhida” sem virar ressentimento/dor.
S10 — Resgate 1: Criança silenciada (fragmento específico)
Objetivo: resgatar 1 fragmento/parte que congelou a voz para sobreviver.
S11 — Reprogramação estrutural: Merecimento e Reciprocidade (Caixa 06)
Objetivo: consolidar nova realidade interna: “eu recebo sem me anular”.
S12 — Consolidação e Selamento Final (Plano de manutenção)
Objetivo: fechar o ciclo com campo estável, kit de autonomia e prevenção de recaída.
Estas técnicas serão gravadas e deverão ser feitas em casa.
Semana 01 — Observar a dor com segurança
Uma prática para ajudar a pessoa a perceber a dor, a tensão e o medo sem se confundir totalmente com isso. O foco é criar uma primeira separação entre sentir a dor, reagir à dor e perceber a dor.
Semana 2 — Entender as camadas da experiência
Uma prática para mostrar que o sofrimento não é uma coisa só. A pessoa aprende a diferenciar o que é dor no corpo, o que é emoção, o que é pensamento e o que está sendo silenciado.
Semana 3 — Olhar para si com gentileza
Uma prática para desenvolver uma observação mais amorosa. Em vez de se olhar com dureza, cobrança ou medo, a pessoa aprende a trazer presença, acolhimento e cuidado para a própria experiência.
Semana 4 — Escutar o que o corpo está dizendo
Uma prática de escuta simbólica da pelve e da bexiga. A pessoa é guiada a perceber a região do corpo, notar a qualidade da sensação e abrir espaço para entender o que esse corpo talvez esteja tentando comunicar.
Semana 5 — Perceber o silêncio como proteção
Uma prática para reconhecer que muitas vezes o silêncio foi uma forma de preservar vínculo, evitar conflito ou manter amor. A pessoa começa a perceber o custo interno e corporal de se calar.
Semana 6 — Sentir sem virar a dor
Uma meditação guiada para permanecer com a dor sem luta e sem fusão. O foco é sentir profundamente, mas sem desaparecer dentro da experiência.
Semana 7 — Acolher a criança que não podia falar
Uma visualização para acessar a parte mais jovem que aprendeu a se calar. A pessoa é convidada a reconhecer essa criança, escutar sua dor e oferecer uma presença mais amorosa e protetora.
Semana 8 — Reconhecer a parte que aguenta tudo
Uma prática para identificar a parte interna que suporta, segura, não reclama e tenta manter tudo funcionando. O objetivo é enxergar que essa parte protege, mas também cobra um preço alto.
Semana 9 — Eu não sou apenas esse padrão
Uma prática de desidentificação para ajudar a pessoa a perceber que dor, medo, silêncio e autoanulação são experiências e padrões, mas não definem toda a sua essência.
Semana 10 — Limite como forma de cuidado
Uma prática para reorganizar a relação com o limite. A pessoa é guiada a sentir que se posicionar, dizer não ou se preservar não é egoísmo, mas cuidado consigo.
Semana 11 — Perceber antes de se abandonar
Uma prática voltada para o instante em que a pessoa normalmente engole o que sente. O objetivo é ajudá-la a notar esse momento antes, respirar, se perceber e escolher uma resposta menos automática.
Semana 12 — Consolidar um eixo interno
Uma prática de fechamento e integração. A pessoa revisa o que aprendeu, fortalece a própria presença e organiza um caminho simples para continuar se cuidando no dia a dia.
MAIO
01 – 26/05 – 8h
JUNHO
02 – 3/06 – 8h
03 – 10/06 – 8h
04 – 17/06 – 8h
05 – 24/06 – 8h
JULHO
06 – 1/07 – 8h
07 – 14/07 – 8h
08 – 21/07 – 8h
09 – 28/07 – 8h
AGOSTO
10 – 4/08 – 8h
11 – 11/08 – 8h
12 – 18/08 – 8h
Diagnóstico das 10 camadas;
Camada 01 – CORPO FÍSICO VITAL;
– Vitalidade: desvitalização forte (melhora quando repousa)
– Cansaço: físico, emocional, mental e por excesso de carga
– Sono: fragmentado, pesadelos, sonhos repetitivos, paralisia, medo de dormir;
– Região Corporal mais afetada: cabeça, garganta, plexo solar, baixo ventre e mãos;
– Chacras Inferiores: Básico (sobrevivência, rotina, medo material), Sexual (culpa, dependência, memórias afetivo-sexual); Solar (medo, controle, raiva, submissão)
– Tensão: mandíbula, ombros, diafragma, abdômen – é uma tensão mental/emocional
– Drenagem energética: preocupação/mental/pisando em ovos
– Somatização: refletindo: baixo ventre, mãos, deglutição, estômago. O que está se exteriorizando: controle, tensão, dar conta, não posso errar, perfeição, rejeição;
– Duplo etéreo: vazamentos – não está totalmente vitalizado, integridade não total;
– Ectoplasma: excesso, saturação, densidade, contaminação, má distribuição – contaminado;
– Vazamento: mental, por tensão, processo antigo – o campo está perdendo energia sozinho
– Excesso de carga: cabeça carregada, frontal sobrecarregado, plexo inflamado, cardíaco pesado, campo elétrico – o sistema precisa ser descarregado.
– Desgaste por: ambiente, pessoa, trabalho, família, relacionamento, emoção própria, pensamento repetido – o desgaste vem de fora da relação hxm, mas o que acontece dentro piora situações
– O que o corpo pede: cuidado médico, descansar, fazer, aterramento, ficar em silêncio
– Capacidade de concretização: há excesso de energia concretizante, sendo drenada por tensão, com prazo e preocupações;
Camada 02 – CAMPO EMOCIONAL
Medo, raiva, tristeza, culpa
Ressentimento, tristeza antiga, mágoa
Submissão
Insegurança
Emoção que mais alimenta o desequilíbrio: rejeição e mágoa
Camada 03 – CAMPO MENTAL
Crenças limitantes
Votos
Juramentos
Culpa religiosa
Autossabotagem
Decretos internos
Frases repetidas: eu não mereço, tenho que sofrer, tenho que ser forte, se eu for feliz, algo ruim vai acontecer, preciso salvar todo mundo, tenho que ser boa
Vem de quem: pessoa, família, trauma, vida passada, auto-obsessão
Camada 04 – CAMPO ASTRAL
Autocordões
Formas pensamentos
Miasmas
Larvas astrais
Imagens repetidas
Sonhos perturbadores
Autogerada: mágoa, dor, rejeição, síndrome da salvadora
Camada 05 – CAMPO OBSESSIVO
Há presença espiritual obsessão simples, oportunismo e vampirização
Há um processo de pseudo-obsessão – domínio pscicológico energétic
Camada 06 – CAMPO RITUALÍSTICO
Não há influencia ritualística real, mas há inveja, olho gordo;
Há influência autogerada por medo, culpa, preocupação e tensão.
Há indícios de palavras mal ditas, praguejar, xingamentos e pequenas maldições por palavras.
Camada 07 – CAMPO ESTRUTURAS ARTIFICIAIS
Estrutura em forma de rede, com a função de drenar energia, induzir pensamentos, ampliar medo e culpa, criar repetição emocional
Mantenedor: medo do próprio paciente/ crença/ votos
Obs: há uma rede permanente, autogerada, mas encontra oportunismo e influência externa que a mantém ativa.
Camada 08 – CAMPO ANCESTRAL
Promessas familiares
Traumas repetidos
Votos de pobreza
Culpa de imagem
Religioes reprimidas
Camada 09 – CAMADA CONSCIENCIAL
Subpersonalidades
Partes infantis, defensivas, agressivas, culpadas, salvadoras, perseguidoras internas
Camada 10 – CAMPO ESPIRITUAL SUPERIOR
Propósito: integrar culpa, mágoa, rejeição para cura
Mentores: roupagens de fundo religioso, com estrutura para um processo de resolução de traumas vividos, para uma fase de iniciação.
Frase chave: liberdade de crenças, dogmas, traumas e padrões.
Sessão 02 – VÍNCULO TERAPEUTICO, PSICOEDUCAÇÃO E MAPEAMENTO
Objetivo da Sessão: construir aliança e explicar o loop neurobiológico
Imagem da sessão:

No campo sutil: Protocolos de Limpeza + Protocolo Corpo Físico ( Thor)
A arquiteta ariete esta fazendo de proposito a nao entrega da obra? 14, 25 e 04
Interpretando o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:
“A arquiteta Ariete está fazendo de propósito a não entrega da obra?”
Cartas:
Significado das cartas
14 – A Raposa
A Raposa simboliza:
Ela não significa automaticamente fraude ou má-fé.
Mas sugere:
👉 alguém agindo de acordo com seus próprios interesses ou sua própria lógica.
25 – O Anel
O Anel representa:
Na sua pergunta:
👉 fala diretamente da relação contratual e dos compromissos assumidos.
04 – A Casa
A Casa simboliza:
Aqui ela é extremamente coerente com a pergunta sobre obra.
Leitura da sequência
Raposa → Anel → Casa
Tradução simbólica:
interesses e estratégia,
dentro de um compromisso contratual,
envolvendo a construção.
Carta central: Anel
A carta dominante é o Anel.
Isso é importante porque ela desloca o foco da pessoa para o compromisso.
A pergunta deixa de ser:
“Ela está fazendo de propósito?”
E passa a ser:
“Como está sendo conduzido o compromisso assumido?”
O que as cartas mostram?
✔ existe cálculo e estratégia (Raposa)
✔ existe um acordo ou compromisso formal (Anel)
✔ o tema está diretamente ligado à obra e à estrutura (Casa)
O que as cartas NÃO mostram?
Não aparecem cartas clássicas de:
Por exemplo:
não apareceram.
Síntese final
Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:
👉 a leitura sugere que Ariete está conduzindo a situação de forma estratégica e conforme seus próprios interesses ou critérios.
Mas o jogo não confirma claramente que ela esteja atrasando a obra de propósito para prejudicar alguém.
O foco da tiragem está em:
A mensagem central é:
“Existe uma condução calculada da situação, mas as cartas não permitem concluir que haja intenção deliberada de prejudicar. O tema principal continua sendo o cumprimento do compromisso assumido.”
Ariete quer dar um golpe na Malu? 25, 30 e 22
Interpretando simbolicamente o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:
“Ariete quer dar um golpe na Malu?”
Cartas:
Significado das cartas
25 – O Anel
Fala de:
A situação gira em torno de um vínculo ou compromisso formal.
30 – Os Lírios
Fala de:
Esta não costuma ser uma carta associada a fraude ou ataque.
22 – Os Caminhos
Fala de:
Indica que a situação ainda possui mais de uma possibilidade de desfecho.
Leitura da sequência
Anel → Lírios → Caminhos
Tradução simbólica:
compromisso,
tentativa de condução equilibrada,
diante de decisões e caminhos em aberto.
Carta central: Lírios
A carta dominante é Lírios.
Ela normalmente aponta para:
👉 negociação
👉 maturidade
👉 busca de acomodação ou entendimento.
O que o jogo mostra?
As cartas mostram:
✔ existência de compromisso ou contrato
✔ tentativa de manter equilíbrio ou negociação
✔ situação ainda aberta a decisões e definições
O que o jogo NÃO mostra?
Não aparecem cartas que tradicionalmente levantariam suspeitas maiores de engano ou prejuízo deliberado, como:
Síntese final
Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:
👉 esta tiragem não sustenta claramente a ideia de um golpe deliberado.
Ela mostra mais:
A mensagem central do jogo é:
“O foco parece estar mais em acordos, negociações e decisões ainda em aberto do que em uma intenção claramente fraudulenta.”
Se a preocupação é concreta, o mais seguro é avaliar documentos, prazos, cláusulas contratuais, registros de comunicação e fatos verificáveis. Isso oferece muito mais clareza do que qualquer leitura simbólica.
A Malu pode confiar na arquiteta Ariete? 21, 17 e 19
Interpretando simbolicamente o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:
“A Malu pode confiar na arquiteta Ariete?”
Cartas:
Significado das cartas
21 – A Montanha
A Montanha simboliza:
Ela não fala necessariamente de má-fé.
Mas fala de:
👉 dificuldade de fluidez.
👉 coisas que não andam como esperado.
17 – A Cegonha
A Cegonha representa:
Indica:
👉 a situação está passando por transformações.
19 – A Torre
A Torre simboliza:
Em questões profissionais, muitas vezes indica:
👉 relação mais técnica do que pessoal.
Leitura da sequência
Montanha → Cegonha → Torre
Tradução simbólica:
obstáculos,
mudanças,
conduzidas de forma distante e profissional.
Carta central: Cegonha
A carta dominante é:
Cegonha
Ela mostra que a situação está em transformação.
Ou seja:
👉 ainda não parece completamente estabilizada.
O que chama atenção?
Se a pergunta fosse sobre confiança plena e fluidez, seria comum aparecerem cartas como:
Elas não apareceram.
Por outro lado, também não surgiram cartas clássicas de engano, como:
O que o jogo sugere?
As cartas mostram:
✔ obstáculos reais na relação ou no projeto
✔ necessidade de ajustes e mudanças
✔ uma postura mais profissional e distante do que próxima e transparente.
Resposta objetiva
Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:
👉 o jogo não sugere uma confiança cega.
Também não sugere uma desconfiança absoluta.
A leitura aponta para:
Síntese final
As cartas não dizem:
“não confie.”
Mas também não dizem:
“entregue tudo sem verificar.”
A mensagem principal é:
“Há obstáculos e ajustes em andamento. A melhor postura é confiança acompanhada de verificação, formalização e acompanhamento cuidadoso.”
Em termos práticos:
✔ confiar no que está documentado
✔ acompanhar a execução
✔ evitar depender apenas de promessas verbais