Mente, Corpo, Consciência e Campo

Paciente: Maria Luiza

Protocolos Terapêuticos ORIGIN- Maria Luiza

 

Sessões 1–2: mapa do caso e psicoeducação
Objetivo: explicar o ciclo estresse/medo → corpo contrai → dor → mais medo.
Ferramentas: mapa das 8 caixas, diário da dor, identificação dos gatilhos: “quando me doei e não recebi”.

Sessões 3–4: Terapia dos Esquemas
Objetivo: identificar modos principais: mártir, forte, criança silenciada.
Perguntas: “Quem em você aprendeu a aguentar calada?” “O que acontecia quando você expressava dor?”
Meta: separar a mulher adulta da parte que acredita que precisa suportar tudo.

Sessões 5–6: IFS / trabalho com partes
Objetivo: dialogar com a parte que diz: “seja forte”.
Processo: agradecer a função protetora, descobrir medo central e acessar a criança que não pôde falar.
Meta: transformar “tenho que aguentar” em “posso me proteger com limites”.

Sessões 7–8: ACT — aceitação e desfusão da dor
Objetivo: ensinar a sentir dor/medo sem entrar em luta interna.
Técnicas: “eu noto que meu corpo está em alarme”, respiração com abertura, valores.
Meta: reduzir o segundo sofrimento: dor + medo da dor + raiva da dor.

Sessões 9–10: escrita terapêutica e expressão emocional
Objetivo: dar voz ao que foi engolido.
Exercícios:
“o que eu não pude dizer?”
“o que eu precisei suportar?”
“o que meu corpo fala pela bexiga?”
Meta: retirar do corpo a função de porta-voz emocional.

Sessões 11–12: treino de limites e reciprocidade
Objetivo: quebrar o padrão de doar-se até adoecer.
Treino: pedir, recusar, expressar incômodo, negociar.
Frase-base: “eu posso amar sem me abandonar”.
Meta: transformar limite em regulação corporal.

S1 — Fundação: Limpeza de Ruído e Assentamento do Campo

Objetivo: tirar “peso”, reduzir ruído e iniciar eixo (“minha energia é minha”).


S2 — Filtro de Ameaça (Caixa 02): “É seguro sentir e falar”

Objetivo: reduzir alarme falso que impede expressão e gera contração.


S3 — Loop (Caixa 03): Descarrego e Blindagem Antidrenagem

Objetivo: tirar “lenha” do loop (carga densa, intrusão, drenagem).


S4 — Contrato central: Autoanulação para ser amada

Objetivo: desativar o pacto “eu me entrego/engulo para manter amor”.


S5 — Limites energéticos: “Fronteira e Reciprocidade”

Objetivo: transformar o campo permeável em campo com fronteiras.


S6 — Identidade protetora (Caixa 05): “Forte/Mártir” (1 parte)

Objetivo: atualizar a parte que sustenta o silêncio (protege, mas adoece).


S7 — Vínculos 1: Drenagem e Cobrança (cordões)

Objetivo: reduzir drenagem que reforça entrega e adoecimento.


S8 — Vínculos 2: Dependência / Medo de Perder Amor (abandono)

Objetivo: desarmar o vínculo “se eu falar, eu perco”.


S9 — “Engolir o imperdoável”: culpa, dívida e autoacusação

Objetivo: liberar o nó “eu me doei e não fui acolhida” sem virar ressentimento/dor.


S10 — Resgate 1: Criança silenciada (fragmento específico)

Objetivo: resgatar 1 fragmento/parte que congelou a voz para sobreviver.


S11 — Reprogramação estrutural: Merecimento e Reciprocidade (Caixa 06)

Objetivo: consolidar nova realidade interna: “eu recebo sem me anular”.


S12 — Consolidação e Selamento Final (Plano de manutenção)

Objetivo: fechar o ciclo com campo estável, kit de autonomia e prevenção de recaída.

  • Mapa do Corpo
  • Quebra do Alarme
  • Segurança para Sentir
  • Ajuste do Ritmo Interno
  • Plano Pessoal de Regulação

 

Estas técnicas serão gravadas e deverão ser feitas em casa.

Semana 01 — Observar a dor com segurança

Uma prática para ajudar a pessoa a perceber a dor, a tensão e o medo sem se confundir totalmente com isso. O foco é criar uma primeira separação entre sentir a dor, reagir à dor e perceber a dor.

Semana 2 — Entender as camadas da experiência

Uma prática para mostrar que o sofrimento não é uma coisa só. A pessoa aprende a diferenciar o que é dor no corpo, o que é emoção, o que é pensamento e o que está sendo silenciado.

Semana 3 — Olhar para si com gentileza

Uma prática para desenvolver uma observação mais amorosa. Em vez de se olhar com dureza, cobrança ou medo, a pessoa aprende a trazer presença, acolhimento e cuidado para a própria experiência.

Semana 4 — Escutar o que o corpo está dizendo

Uma prática de escuta simbólica da pelve e da bexiga. A pessoa é guiada a perceber a região do corpo, notar a qualidade da sensação e abrir espaço para entender o que esse corpo talvez esteja tentando comunicar.

Semana 5 — Perceber o silêncio como proteção

Uma prática para reconhecer que muitas vezes o silêncio foi uma forma de preservar vínculo, evitar conflito ou manter amor. A pessoa começa a perceber o custo interno e corporal de se calar.

Semana 6 — Sentir sem virar a dor

Uma meditação guiada para permanecer com a dor sem luta e sem fusão. O foco é sentir profundamente, mas sem desaparecer dentro da experiência.

Semana 7 — Acolher a criança que não podia falar

Uma visualização para acessar a parte mais jovem que aprendeu a se calar. A pessoa é convidada a reconhecer essa criança, escutar sua dor e oferecer uma presença mais amorosa e protetora.

Semana 8 — Reconhecer a parte que aguenta tudo

Uma prática para identificar a parte interna que suporta, segura, não reclama e tenta manter tudo funcionando. O objetivo é enxergar que essa parte protege, mas também cobra um preço alto.

Semana 9 — Eu não sou apenas esse padrão

Uma prática de desidentificação para ajudar a pessoa a perceber que dor, medo, silêncio e autoanulação são experiências e padrões, mas não definem toda a sua essência.

Semana 10 — Limite como forma de cuidado

Uma prática para reorganizar a relação com o limite. A pessoa é guiada a sentir que se posicionar, dizer não ou se preservar não é egoísmo, mas cuidado consigo.

Semana 11 — Perceber antes de se abandonar

Uma prática voltada para o instante em que a pessoa normalmente engole o que sente. O objetivo é ajudá-la a notar esse momento antes, respirar, se perceber e escolher uma resposta menos automática.

Semana 12 — Consolidar um eixo interno

Uma prática de fechamento e integração. A pessoa revisa o que aprendeu, fortalece a própria presença e organiza um caminho simples para continuar se cuidando no dia a dia.

Datas e Horários

 

MAIO

01 – 26/05 – 8h

JUNHO

02 – 3/06 – 8h

03 – 10/06 – 8h

04 – 17/06 – 8h

05 – 24/06 – 8h

JULHO

06 – 1/07 – 8h

07 – 14/07 – 8h

08 – 21/07 – 8h

09 – 28/07 – 8h

AGOSTO

10 – 4/08 – 8h

11 – 11/08 – 8h

12 – 18/08 – 8h

Relato de cada Sessão

 

Diagnóstico das 10 camadas;

Camada 01 – CORPO FÍSICO VITAL;

– Vitalidade: desvitalização forte (melhora quando repousa)

– Cansaço: físico, emocional, mental e por excesso de carga

– Sono: fragmentado, pesadelos, sonhos repetitivos, paralisia, medo de dormir;

– Região Corporal mais afetada: cabeça, garganta, plexo solar, baixo ventre e mãos;

– Chacras Inferiores: Básico (sobrevivência, rotina, medo material), Sexual (culpa, dependência, memórias afetivo-sexual); Solar (medo, controle, raiva, submissão)

– Tensão: mandíbula, ombros, diafragma, abdômen – é uma tensão mental/emocional

– Drenagem energética: preocupação/mental/pisando em ovos

– Somatização: refletindo: baixo ventre, mãos, deglutição, estômago. O que está se exteriorizando: controle, tensão, dar conta, não posso errar, perfeição, rejeição;

– Duplo etéreo: vazamentos – não está totalmente vitalizado, integridade não total;

– Ectoplasma: excesso, saturação, densidade, contaminação, má distribuição – contaminado;

– Vazamento: mental, por tensão, processo antigo – o campo está perdendo energia sozinho

– Excesso de carga: cabeça carregada, frontal sobrecarregado, plexo inflamado, cardíaco pesado, campo elétrico – o sistema precisa ser descarregado.

– Desgaste por: ambiente, pessoa, trabalho, família, relacionamento, emoção própria, pensamento repetido – o desgaste vem de fora da relação hxm, mas o que acontece dentro piora situações

– O que o corpo pede: cuidado médico, descansar, fazer, aterramento, ficar em silêncio

– Capacidade de concretização: há excesso de energia concretizante, sendo drenada por tensão, com prazo e preocupações;

Camada 02 – CAMPO EMOCIONAL

Medo, raiva, tristeza, culpa

Ressentimento, tristeza antiga, mágoa

Submissão

Insegurança

Emoção que mais alimenta o desequilíbrio: rejeição e mágoa

Camada 03 – CAMPO MENTAL

Crenças limitantes

Votos

Juramentos

Culpa religiosa

Autossabotagem

Decretos internos

Frases repetidas: eu não mereço, tenho que sofrer, tenho que ser forte, se eu for feliz, algo ruim vai acontecer, preciso salvar todo mundo, tenho que ser boa

Vem de quem: pessoa, família, trauma, vida passada, auto-obsessão

Camada 04 – CAMPO ASTRAL

Autocordões

Formas pensamentos

Miasmas

Larvas astrais

Imagens repetidas

Sonhos perturbadores

Autogerada: mágoa, dor, rejeição, síndrome da salvadora

Camada 05 – CAMPO OBSESSIVO

Há presença espiritual obsessão simples, oportunismo e vampirização

Há um processo de pseudo-obsessão – domínio pscicológico energétic

Camada 06 – CAMPO RITUALÍSTICO

Não há influencia ritualística real, mas há inveja, olho gordo;

Há influência autogerada por medo, culpa, preocupação e tensão.

Há indícios de palavras mal ditas, praguejar, xingamentos e pequenas maldições por palavras.

Camada 07 – CAMPO ESTRUTURAS ARTIFICIAIS

Estrutura em forma de rede, com a função de drenar energia, induzir pensamentos, ampliar medo e culpa, criar repetição emocional

Mantenedor: medo do próprio paciente/ crença/ votos

Obs: há uma rede permanente, autogerada, mas encontra oportunismo e influência externa que a mantém ativa.

Camada 08 – CAMPO ANCESTRAL

Promessas familiares

Traumas repetidos

Votos de pobreza

Culpa de imagem

Religioes reprimidas

Camada 09 – CAMADA CONSCIENCIAL

Subpersonalidades

Partes infantis, defensivas, agressivas, culpadas, salvadoras, perseguidoras internas

Camada 10 – CAMPO ESPIRITUAL SUPERIOR

Propósito: integrar culpa, mágoa, rejeição para cura

Mentores: roupagens de fundo religioso, com estrutura para um processo de resolução de traumas vividos, para uma fase de iniciação.

Frase chave: liberdade de crenças, dogmas, traumas e padrões.

 

Sessão 02 – VÍNCULO TERAPEUTICO, PSICOEDUCAÇÃO E MAPEAMENTO

Objetivo da Sessão: construir aliança e explicar o loop neurobiológico

Imagem da sessão:

No campo sutil: Protocolos de Limpeza + Protocolo Corpo Físico ( Thor)

 

 

O que o baralho viu no campo:

A arquiteta ariete esta fazendo de proposito a nao entrega da obra? 14, 25 e 04

Interpretando o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:

“A arquiteta Ariete está fazendo de propósito a não entrega da obra?”

Cartas:

  • 14 – A Raposa
  • 25 – O Anel
  • 04 – A Casa

Significado das cartas

14 – A Raposa

A Raposa simboliza:

  • estratégia
  • cautela
  • interesses próprios
  • cálculo
  • agir de forma muito racional

Ela não significa automaticamente fraude ou má-fé.

Mas sugere:

👉 alguém agindo de acordo com seus próprios interesses ou sua própria lógica.

25 – O Anel

O Anel representa:

  • contrato
  • compromisso
  • acordo
  • vínculo formal

Na sua pergunta:

👉 fala diretamente da relação contratual e dos compromissos assumidos.

04 – A Casa

A Casa simboliza:

  • estrutura
  • construção
  • imóvel
  • estabilidade

Aqui ela é extremamente coerente com a pergunta sobre obra.

Leitura da sequência

Raposa → Anel → Casa

Tradução simbólica:

interesses e estratégia,

dentro de um compromisso contratual,

envolvendo a construção.

Carta central: Anel

A carta dominante é o Anel.

Isso é importante porque ela desloca o foco da pessoa para o compromisso.

A pergunta deixa de ser:

“Ela está fazendo de propósito?”

E passa a ser:

“Como está sendo conduzido o compromisso assumido?”

O que as cartas mostram?

✔ existe cálculo e estratégia (Raposa)

✔ existe um acordo ou compromisso formal (Anel)

✔ o tema está diretamente ligado à obra e à estrutura (Casa)

O que as cartas NÃO mostram?

Não aparecem cartas clássicas de:

  • sabotagem explícita
  • engano comprovado
  • ruptura contratual

Por exemplo:

  • Cobra (07)
  • Foice (10)
  • Caixão (08)
  • Ratos (23)

não apareceram.

Síntese final

Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:

👉 a leitura sugere que Ariete está conduzindo a situação de forma estratégica e conforme seus próprios interesses ou critérios.

Mas o jogo não confirma claramente que ela esteja atrasando a obra de propósito para prejudicar alguém.

O foco da tiragem está em:

  • estratégia (Raposa)
  • compromisso contratual (Anel)
  • obra/estrutura (Casa)

A mensagem central é:

“Existe uma condução calculada da situação, mas as cartas não permitem concluir que haja intenção deliberada de prejudicar. O tema principal continua sendo o cumprimento do compromisso assumido.”

 

Ariete quer dar um golpe na Malu? 25, 30 e 22

Interpretando simbolicamente o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:

“Ariete quer dar um golpe na Malu?”

Cartas:

  • 25 – O Anel
  • 30 – Os Lírios
  • 22 – Os Caminhos

Significado das cartas

25 – O Anel

Fala de:

  • contrato
  • compromisso
  • acordo
  • obrigação assumida

A situação gira em torno de um vínculo ou compromisso formal.

30 – Os Lírios

Fala de:

  • maturidade
  • diplomacia
  • busca de conciliação
  • postura mais equilibrada

Esta não costuma ser uma carta associada a fraude ou ataque.

22 – Os Caminhos

Fala de:

  • indecisões
  • escolhas
  • alternativas
  • necessidade de definir rumos

Indica que a situação ainda possui mais de uma possibilidade de desfecho.

Leitura da sequência

Anel → Lírios → Caminhos

Tradução simbólica:

compromisso,

tentativa de condução equilibrada,

diante de decisões e caminhos em aberto.

Carta central: Lírios

A carta dominante é Lírios.

Ela normalmente aponta para:

👉 negociação

👉 maturidade

👉 busca de acomodação ou entendimento.

O que o jogo mostra?

As cartas mostram:

✔ existência de compromisso ou contrato

✔ tentativa de manter equilíbrio ou negociação

✔ situação ainda aberta a decisões e definições

O que o jogo NÃO mostra?

Não aparecem cartas que tradicionalmente levantariam suspeitas maiores de engano ou prejuízo deliberado, como:

  • 07 Cobra
  • 14 Raposa
  • 23 Ratos
  • 10 Foice

Síntese final

Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:

👉 esta tiragem não sustenta claramente a ideia de um golpe deliberado.

Ela mostra mais:

  • uma relação baseada em compromisso (Anel)
  • tentativa de condução equilibrada (Lírios)
  • situação ainda sujeita a escolhas e definições (Caminhos)

A mensagem central do jogo é:

“O foco parece estar mais em acordos, negociações e decisões ainda em aberto do que em uma intenção claramente fraudulenta.”

Se a preocupação é concreta, o mais seguro é avaliar documentos, prazos, cláusulas contratuais, registros de comunicação e fatos verificáveis. Isso oferece muito mais clareza do que qualquer leitura simbólica.

 

 

 

 

 

A Malu pode confiar na arquiteta Ariete? 21, 17 e 19

Interpretando simbolicamente o jogo de 3 cartas do Baralho Cigano (Lenormand) para a pergunta:

“A Malu pode confiar na arquiteta Ariete?”

Cartas:

  • 21 – A Montanha
  • 17 – A Cegonha
  • 19 – A Torre

Significado das cartas

21 – A Montanha

A Montanha simboliza:

  • obstáculos
  • atrasos
  • dificuldades
  • resistência
  • lentidão

Ela não fala necessariamente de má-fé.

Mas fala de:

👉 dificuldade de fluidez.

👉 coisas que não andam como esperado.

17 – A Cegonha

A Cegonha representa:

  • mudanças
  • ajustes
  • reestruturações
  • alterações de rumo

Indica:

👉 a situação está passando por transformações.

19 – A Torre

A Torre simboliza:

  • distanciamento
  • postura profissional
  • formalidade
  • isolamento
  • pouca proximidade emocional

Em questões profissionais, muitas vezes indica:

👉 relação mais técnica do que pessoal.

Leitura da sequência

Montanha → Cegonha → Torre

Tradução simbólica:

obstáculos,

mudanças,

conduzidas de forma distante e profissional.

Carta central: Cegonha

A carta dominante é:

Cegonha

Ela mostra que a situação está em transformação.

Ou seja:

👉 ainda não parece completamente estabilizada.

O que chama atenção?

Se a pergunta fosse sobre confiança plena e fluidez, seria comum aparecerem cartas como:

  • Cachorro (18)
  • Sol (31)
  • Buquê (09)
  • Chave (33)

Elas não apareceram.

Por outro lado, também não surgiram cartas clássicas de engano, como:

  • Raposa (14)
  • Cobra (07)
  • Ratos (23)

O que o jogo sugere?

As cartas mostram:

✔ obstáculos reais na relação ou no projeto

✔ necessidade de ajustes e mudanças

✔ uma postura mais profissional e distante do que próxima e transparente.

Resposta objetiva

Pela linguagem simbólica do Baralho Cigano:

👉 o jogo não sugere uma confiança cega.

Também não sugere uma desconfiança absoluta.

A leitura aponta para:

  • manter a relação em bases profissionais
  • acompanhar tudo de perto
  • formalizar acordos
  • verificar entregas e prazos

Síntese final

As cartas não dizem:

“não confie.”

Mas também não dizem:

“entregue tudo sem verificar.”

A mensagem principal é:

“Há obstáculos e ajustes em andamento. A melhor postura é confiança acompanhada de verificação, formalização e acompanhamento cuidadoso.”

Em termos práticos:

✔ confiar no que está documentado
✔ acompanhar a execução
✔ evitar depender apenas de promessas verbais